sábado, setembro 17, 2016

o céu de meus dias


e eu olhava praquela boca 
e pensava:

que céu
que céu de boca
quero escrever um poema naquele céu 

com a língua 
a minha língua de anjo

[Sidney Giovenazzi]


L'allodola
Pál Szinyei Merse

2 comentários:

Anônimo disse...

O CÉU DOS PIRENEUS

e eu olhava praquela louca
e rosnava

que léu
que fel na boca
quero esquecer diademas nos pireneus

um tolo à míngua
a minha míngua que esbanjo


- hÉRCULES

* um contraponto, Marília, para não perdermos nosso caso com o paradoxo...

Beijos de mitologia

Marília Côrtes disse...

paradoxo hercúleo,
forte beijo,