sexta-feira, dezembro 15, 2006

Sobre o fim do mundo VII, VIII e IX (continuação e fim)


[abaixo deste post seguem cinco outros posts com as questões de I a VI].

Bom, gente, depois de uma longa e tenebrosa pausa, resolvi dar fim àquela tarefa de publicar as últimas três questões sobre o fim do mundo. Por que demorei? Por várias razões que não vêm ao caso (elencá-las iria levar muito tempo e, no fundo, prefiro deixar pra lá). Acho que fiquei meio enjoadinha do assunto porque algumas questões, embora formuladas de maneiras diferentes, acabavam perguntando mais ou menos as mesmas coisas, ou coisas que já foram ditas de outro modo. Mas vamos lá. Serei mais breve agora:

Você acredita na extinção da raça humana?De acordo com tudo que falei acima (no blog é abaixo) acho possível que ela se extinga, mas em curto prazo, pouco provável. Se com as pesquisas sabemos que os recursos naturais estão esgotados 25 % a mais da capacidade regenerativa do planeta, com uma sóbria, eficiente e responsável política de preservação ambiental poder-se-ia reverter esse quadro, pois sabemos também que a natureza tem uma poderosa capacidade regenerativa. Se há interesse em preservá-lo (e eu acredito que há), o mínimo que deveríamos fazer para reverter esse quadro é nos servir de recursos adequados, ou seja, a meu ver, nossa inteligência e conhecimento científico. Ora, não dá para ficar rezando!

O fato de o fim do mundo ser presente na vida humana desde o início da civilização se deve a que?
É importante que se perceba que o fim do mundo não é, para nós, um fato, mas sim uma idéia, e penso que essa idéia vem de uma reflexão sobre outras idéias. Talvez, e, principalmente, das idéias de finitude e mortalidade, como já disse acima (aqui é abaixo).

Se soubesse o dia exato em que o mundo vai acabar o que você faria?


Essa questão me incomodou bastante. Num primeiro momento pensei: não tenho a mínima idéia. Mentira! Imediatamente começou a chover uma diversidade de idéias na minha cabeça. Tantas que, por uma certa preguiça, preferi responder que sinceramente não sabia. E depois que dependeria da informação de quando isso pudesse vir a acontecer. E daí as perguntas e respostas começaram a me parecer circulares. E resolvi encerrar o assunto... só não disse que se essa possibilidade fosse imediata, como qualquer mortal comum, provavelmente, eu me desesperaria.
E basta de fim de mundo! C’est fini!

sábado, dezembro 02, 2006

Não desistam de mim...


Gente! Estou mesmo de pernas para o ar, mas não desistam de mim. Apesar de estar sendo esmagada pelo tempo, ou melhor, pela falta de tempo, eu não desisti de escrever para vocês. Sei que estou a dever, mas eu pagarei (não sei quando, mas será logo). Só preciso de um tempo para recuperar o fôlego (e o próprio tempo). Sabem como é, conforme eu já disse lá embaixo, pensar dá trabalho, escrever então... nem se fala. E requer o implacável tempo, esse dono do mundo, como diz o Dr. Fantástico! Aguardem-me, please!
Beijos.